Na quinta-feira, como de praxe, fui para o ponto de ônibus (na Barata Ribeiro) às 8h30 da manhã. Havia um homem de calça jeans, chinelo e camisa de botões com fones no ouvido, uma mala aos pés e parecia gesticular e falar muito com outra pessoa do lado da rua. Claro que não havia ninguém do outro lado... Ele estava nervoso, falante, ao mesmo tempo se balançando com a música: não tive dúvidas que era maluco.
Sexta-feira, como de praxe, fui para o ponto de ônibus... às 8h30 da manhã... e lá estava ele! No mesmo lugar, com a mesma roupa, a mala, os fones nos ouvidos, se sacudindo como se tivesse ao som de um rock e - novamente - falando com alguém do outro lado da rua.
A princípio achei que ele poderia estar ali há 24h initerruptas - meu marido acha que o encontro com a tal pessoa do outro lado da rua é as 8h da manhã, todos os dias, naquele ponto de ônibus.
Faz sentido: ontem, segunda-feira, como de praxe... ele estava lá. Mas agora, ainda mais caracterizado: ouvindo seu som enlouquecidamente com um look novo - uma jaqueta de couro preta.
...e de louco todos temos um pouco. Taí, gostei mais da pegada 'copacabana' do que a pegada sangrenta. Beijo pra você Lucienne [com dois N, cheio de pompa]. G.
ResponderExcluirmenina, eu conheço ele, o nome dele é Marquinho.
ResponderExcluirEle é morador de rua, desde a minha época de escola ele fica na rua ouvindo música e tal. Ele é super conhecido em Copa.